conteúdo enviado pela assessoria de imprensa do Astrolink
Astróloga Emily Rosa, da equipe Astrolink, analisou o mapa astral de alguns dos convocados por Ancelloti, veja abaixo o que esperar do grupo, segundo o céu
Uma vez que o futebol se joga em grupo, mesmo que haja um protagonista maior, ninguém ganha sozinho uma competição. Por este motivo, antes de falar sobre cada jogador individualmente, a astróloga Emily Rosa nos fala sobre uma leitura da competição de forma geral. Ela reuniu os mapas astrais dos convovados para a seleção e os movimentos dos astros durante o torneio, chegando a uma leitura que os fanáticos por futebol já imaginavam no gramado: o céu da Copa parece especialmente intenso, emocional e transformador.
Segundo a astróloga, Urano, Plutão, Júpiter e Saturno estarão entre os protagonistas invisíveis da competição, ativando temas como pressão, protagonismo, amadurecimento e mudança de narrativa. O céu da Copa de 2026 parece pouco estável. Há uma atmosfera mais elétrica e imprevisível, com potencial para explosões de genialidade, mas também oscilações emocionais e físicas. E cada jogador parece reagir de maneira muito diferente a isso.
Os astros e alguns dos jogadores da seleção, segundo o Astrolink
Neymar (5/2/1992)
O céu aponta para o aquariano Neymar menos a leveza e mais a transformação profunda. Plutão em Aquário ativa pontos centrais do mapa do jogador e pode transformar essa Copa em um capítulo decisivo da própria história. A astrologia sugere um período de redefinição de imagem pública, legado e significado dentro da Seleção. Ao mesmo tempo, o mapa reforça algo já conhecido no futebol: genialidade e imprevisibilidade caminham lado a lado. Os mesmos trânsitos que aumentam risco físico também podem favorecer lances inesperados e momentos extraordinários.
Vinícius Júnior (12/7/2000)
Entre todos os nomes analisados, o canceriano Vinícius Júnior aparece como um dos jogadores mais fortemente ativados pelo céu do torneio. Júpiter em Câncer, signo onde ele concentra Sol, Marte, Mercúrio e Meio do Céu, tende a ampliar reconhecimento, protagonismo e conexão com o público. O lado delicado é que a mesma energia que amplia brilho também aumenta a pressão. A leitura sugere que Vinícius pode absorver muito o clima emocional ao redor. O período entre o fim de junho e início de julho aparece como especialmente marcante, com potencial para momentos históricos, mas também maior vulnerabilidade física e emocional diante da combinação Marte-Urano.
Casemiro (23/2/1992)
O pisciano Casemiro surge astrologicamente como uma espécie de estrutura invisível da equipe. Plutão fortalece sua liderança e capacidade de sustentação coletiva, enquanto a combinação entre Aquário e Peixes favorece a leitura estratégica e a estabilidade emocional. A tendência é de menos brilho individual e mais importância silenciosa dentro da campanha.
Marquinhos (14/5/1994)
Assim como Casemiro, Marquinhos também aparece como uma âncora. Com Sol em Touro e Lua em Câncer, o mapa astral do jogador indica resistência psicológica, liderança discreta e capacidade de estabilizar o ambiente ao redor. Em um céu tão instável, isso pode ser decisivo.
Raphinha (14/12/1996)
O sagitariano Raphinha é um dos nomes mais compatíveis com a dinâmica imprevisível do torneio. Urano em Gêmeos ativa os pontos importantes do mapa dele e favorece improviso, velocidade mental e mudanças repentinas de narrativa. A leitura sugere potencial para crescimento gradual durante a competição, com espaço para gols inesperados ou atuações decisivas surgindo “do nada”.
Endrick (21/7/2006)
O canceriano Endrick talvez represente o arquétipo mais simbólico de todos: o jovem escolhido. “Júpiter em Câncer ativa fortemente o mapa do atacante, indicando ascensão pública, identificação coletiva e possibilidade de projeção mundial”. Este ano pode não ser o auge de sua carreira, mas o início de algo muito maior. Uma espécie de estreia simbólica diante do mundo.
Alisson (2/10/1192)
O libriano Alisson, por outro lado, surge como uma espécie de regulador emocional do grupo. O goleiro aparece com uma estrutura mental sólida, capaz de absorver o caos coletivo sem perder estabilidade. Em um torneio marcado por tensão emocional, a astrologia indica que ele pode ter papel decisivo justamente fora dos holofotes.
A primeira fase da Copa do Mundo 2026
Emily Rosa explica que lendo os astros é possível traçar uma tendência para os primeiros compromissos da Seleção. “Na estreia, em 13 de junho, o céu sugere uma partida mais racional do que explosiva, favorecendo jogadores como Casemiro, Marquinhos e Alisson”. Já no segundo jogo, em 19 de junho, a energia tende a mudar completamente. O clima aparece mais emocional, intenso e psicologicamente carregado, beneficiando Neymar, Vinícius e Endrick. Por fim, em 24 de junho, o cenário parece marcar o nascimento simbólico da narrativa da Seleção na Copa. O período favorece especialmente Vinícius, Endrick e atletas mais conectados emocionalmente com o coletivo.
No fim das contas, os astros sugerem que a Copa de 2026 pode ser menos sobre estabilidade e mais sobre transformação em nossa Seleção. E, se o céu estiver certo, alguns jogadores podem sair do torneio não apenas com resultados em campo, mas ocupando posições completamente novas dentro do imaginário dos brasileiros.
*Conteúdo enviado pela assessoria de imprensa do Astrolink
Lembre (aqui) quais foram as previsões dos astros para cada signo neste ano de 2026.
