com informações da assessoria de imprensa da Academia Brasileira de Cinema e da Rede UCI
Próximas segunda e terça, dias 27 e 28 de julho, a rede exibe oito longas finalistas do Prêmio Grande Otelo 2026, em sessões sequenciais, em todas as suas salas em 13 cidades
O Prêmio Grande Otelo de Cinema é uma das maiores premiações nacionais do setor, entregue pela Academia Brasileira de Cinema. A cerimônia de premiação será dia 4 de agosto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, às 20h15, com transmissão ao vivo pelo Youtube da Academia e pelo Canal Brasil. Para quem não assistiu aos filmes, uma boa chance de ver ao menos alguns deles acontece nesta segunda e terça: a rede UCI separou estes dois dias para exibir oito dos finalistas em diferentes categorias, com preços especiais: todos pagam meia-entrada (R$10).
Os prêmios serão entregues a longas-metragens, curtas-metragens e séries brasileiras em 32 categorias diferentes. Uma delas é o disputado Grande Otelo de Melhor Filme pelo Júri Popular, escolhido pelo público por meio de votação aberta realizada no site da Academia. Concorrerão ao voto popular os cinco finalistas das categorias Melhor Longa-metragem Ficção, Melhor Longa-metragem Comédia e Melhor Longa-metragem Documentário. Os demais 31 prêmios serão definidos pelo júri formado por profissionais associados à Academia Brasileira de Cinema. A edição deste ano marca o retorno da categoria Melhor Longa-metragem Comédia e inclui o prêmio de Melhor Montagem Documentário.
Este ano, o filme com maior número de indicações (18) é “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho. Em seguida três longas aparecem como finalistas em 12 indicações: “Homem com H”, de Esmir Filho; “O Filho de Mil Homens”, de Daniel Rezende e “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro. “Manas”, de Marianna Brennand, também é um dos destaques com 11 indicações. A lista completa dos finalistas e suas indicações está em neste link.
Para saber mais sobre o Prêmio Grande Otelo, acesse pgo.academiabrasileiradecinema.com.br e para assistir ao vivo à premiação no dia o4 de agosto pelo YouTube, a página da Academia é youtube.com/@academiabrasileiradecinema (o link direto para a premiação não estava disponível até o fechamento desta matéria).
Maratona de Finalistas no UCI
Os longas que a rede UCI vai exibir são “O Agente Secreto”, “Manas”, “O Último Azul”, “Os Enforcados”, “(Des)controle”, “Sexa”, “Uma Mulher Sem Filtro” e “C.I.C. – Central de Inteligência Cearense”. Veja abaixo a sinopse e as indicações ao prêmio de cada um deles. Os hor´rios de exibição variam a cada sala e podem ser checados no link disponível no quadro ao final da matéria.
“O Agente Secreto” – Visto por mais de 2 milhões de espectadores no Brasil, o longa fez história ao disputar quatro categorias no Oscar 2026, incluindo a de melhor filme. A trama se passa em 1977 e acompanha Marcelo (Wagner Moura), professor especializado em tecnologia que deixa São Paulo rumo ao Recife para fugir de um passado violento e misterioso.
Está concorrendo em 18 categorias: melhor ficção e melhor direção, para Kleber Mendonça Filho, melhor atriz, para Tânia Maria, melhor ator, para Wagner Moura, melhor atriz coadjuvante para Alice Carvalho e Hermila Guedes, melhor ator coadjuvante para Carlos Francisco, Gabriel Leone e Robério Diógenes.
“Manas” – Apresenta Marcielle (Jamilli Correa), de 13 anos, moradora da Ilha de Marajó, no Pará. Marcada pela partida da irmã mais velha e preocupada com o futuro da caçula, a jovem decide confrontar a engrenagem de violência que rege sua família e as mulheres de sua comunidade.
Disputa os prêmios de melhor ficção e melhor direção, para Marianna Brennand, melhor atriz, para Jamilli Correa, atriz coadjuvante, para Dira Paes, e ator coadjuvante, para Rômulo Braga.
“O Último Azul” – Em um Brasil distópico que impõe o exílio forçado aos idosos, transferidos para colônias habitacionais para que os jovens produzam sem se preocupar com os mais velhos, Teresa, de 77 anos, recebe o chamado do governo para abandonar sua casa na Amazônia. Antes da partida compulsória, ela embarca em uma viagem pelos rios da região para realizar um último desejo, sem imaginar que o trajeto mudará sua vida para sempre.
Concorre a melhor ficção e melhor direção, para Gabriel Mascaro, melhor atriz, para Denise Weinberg, e ator coadjuvante para Rodrigo Santoro e Adanilo.
“Os Enforcados”, de Fernando Coimbra. – Regina (Leandra Leal) e Valério (Irandhir Santos) levam uma vida tranquila na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, mas, desde a morte do pai de Valério, o maior mafioso da cidade, buscam uma saída do negócio da família.
Indicado a melhor ator com Irandhir Santos e ator coadjuvante para Augusto Madeira
“(Des)controle”, dirigido por Rosane Svartman e Carol Minêm. O filme apresenta Kátia Klein, escritora de 45 anos que, em meio a uma crise criativa e à pressão do trabalho e da família, busca alívio na bebida.
Carolina Dieckmmann concorre a melhor atriz
“Sexa” marca a estreia de Gloria Pires na direção. No filme, ela vive a protagonista Bárbara, revisora de textos que acaba de completar 60 anos e está apavorada com o envelhecimento e acaba se relacionando com um homem bem mais novo.
Indicado a melhor comédia e melhor primeira direção de longa-metragem para Gloria Pires.
“Uma Mulher Sem Filtro”, de Arthur Fontes. Fabiula Nascimento vive Bia, publicitária cercada de problemas — chefe machista, marido folgado, enteado insolente — que vê uma influenciadora digital assumir o cargo de CEO que almejava há anos. Após uma sessão esotérica com a Deusa Xana, Bia perde os filtros e passa a dizer tudo o que pensa, sem medir as consequências.
Finalista na categoria de melhor comédia, para Arthur Fontes.
“C.I.C. – Central de Inteligência Cearense”, de Halder Gomes, acompanha Wanderlei (Edmilson Filho), o agente secreto Karkará, encarregado de recuperar a fórmula de um projeto ultrassecreto dos governos do Brasil, Paraguai e Argentina.
Finalista na categoria de melhor comédia, para Halder Gomes.
UCI Day Cinema Brasileiro
Segunda e terça, dias 27 e 28 de julho
Ingressos ‘todos pagam meia’: R$10
Confira as salas e os horários em ucicinemas.com.br/uciday
A Academia Brasileira de Cinema foi criada em 20 de maio de 2002, na cidade do Rio de Janeiro, com o objetivo de promover, fortalecer e valorizar o cinema brasileiro como manifestação artística e cultural. No mesmo ano, instituiu o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, hoje Prêmio Grande Otelo. A primeira edição da premiação aconteceu em setembro de 2002. Ao longo de sua trajetória, a Academia tem contribuído para o desenvolvimento e o fortalecimento da indústria audiovisual brasileira, reunindo atualmente mais de 300 sócios entre profissionais de diversas áreas do setor.
